De acordo com crenças do Tibet, Tulpa é uma “criatura materializada pelo pensamento humano que deve servir ao seu criador”.
Mas essa não é uma atividade muito fácil, já que de acordo com monges tibetanos “existe uma fórmula certa para isso”.
O livro “Magic and Mystery in Tibet”, de Alexandra David-Neel, fala
sobre as experiência da escritora com Tulpas. Segundo Alexandra, a
criação de um Tulpa trás consigo algumas consequências, pois depois de
formada, esta criatura tem vontade própria, se desenvolve como qualquer
indivíduo e pode ficar violenta e até mesmo matar o seu criador.
Segundo a crença tibetana, em grande parte dos casos, o Tulpa tende a
desaparecer com a morte de seu criador, mas há relatos de algumas
criaturas criadas com tanta vontade que acabam sobrevivendo.
Muitos acreditam que o conhecido “Bicho Papão”, terror das criancinhas,
seja na verdade um Tulpa, ou seja, uma criação inconsciente da criança
quando está sozinha e assustada no escuro.
A existência de Tulpa também poderia explicar alguns relatos
sobrenaturais, como fantasmas vistos em lugares abandonados, nos quais
ouve alguma tragédia, monstros e o aparecimento de diversas criaturas
sobrenaturais.
Em livros do escritor H. P. Lovecraft, criaturas como os Tulpas são
descritas como ”Shoggoths”, pois que segundo o autor, antes do
surgimento dos seres humanos o mundo era habitado por alienígenas. Essas
criaturas podiam adquirir qualquer forma para executar cada função
específica. Assim como os Tulpas, os Shoggoths tiveram “rompantes de
consciência” e se rebelaram contra seus criadores, resultando em uma
guerra que acabou com parte da população.
A existência de Tulpas já foi abordada também em algumas séries de sucesso, como: “Arquivo X”, “Supernatural”
Fonte: http://minilua.com/misterio-dos-tulpas/
Há muitos e muitos anos atrás, quando a
América ainda era considerada o Novo Mundo, um lugar inexplorado onde as
oportunidades e as aventuras eram muitas. Tentando dominar o local as
primeiras colônias inglesas começaram a se estabelecer no lugar, aonde
depois viria a ser o E.U.A.
Certamente a vida não era nada fácil, pois tudo era novo e até uma
pequena viagem poderia ser mortal caso algo fora do planejado
acontecesse. Uma das primeiras empreitadas feitas foi um temendo
fracasso, pois a preparação foi errada e enviaram apenas homens, que no
fim sentiam saudades de suas famílias, por isso todos foram levados de
volta a Inglaterra.
Somente em 1587 uma colônia foi montada de maneira correta, criando uma
pequena cidade que cresceu vigorosamente. Pouco depois da chegada,
nasceu a primeira americana e alguns dias após
isso o encarregado de comandar o vilarejo resolveu voltar a sua terra
natal e contar como tudo estava acontecendo, assim John White partiu de
volta para Inglaterra.
Quando chegou ao outro lado de Oceano Atlântico, John teve uma surpresa,
pois sua pátria estava sendo atacada pela poderosa armada de Felipe II,
o que tornou o seu retorno ao Novo Mundo impossível. Somente três anos
depois ele conseguir por um barco no mar e voltar para o vilarejo.
Felizmente o mar estava calmo por aquela época e a viagem foi tranquila,
mas no momento em que colocou os pés em terra firme, John White tremeu,
porque algo terrível e misterioso havia acontecido.
O vilarejo estava exatamente do mesmo jeito que ele deixou, porém lá não
havia viva alma, tudo estava tomado pelo mato e as casas caindo aos
pedaços, contudo não havia sangue no chão, nem sinais de luta, havia
apenas uma população inteira sumida e nem se quer uma pista que pudesse
levar a descoberta desse acontecimento.
Até os dias de hoje o sumiço dos moradores do primeiro vilarejo inglês
na América é um mistério e apenas uma coisa ficou marcada: bem no meio
da cidade havia algo escrito no chão, uma palavra: CROATOAN.
Para explicar o inexplicável, alguns
dizem que croatan é parte do apocalipse da Bíblia, que fez as pessoas
sumirem, pois ele já se inicou e isso seria o arrebatamento. Outros
dizem que na verdade isso é um demônio indígena, que não queria ter
estrangeiros em suas terras.
Fonte: http://minilua.com/misteriosa-lenda-croatoan/
1- Empalamento :
Ou empalação era um método de tortura e execução utilizada antigamente
que consistia na inserção de uma estaca no ânus, vagina, ou umbigo até a
morte do torturado. Algumas vezes deixava-se um carvão em brasa na
ponta da estaca para que, quando esta atingisse a boca do supliciado,
este não morresse até algumas horas depois, de hemorragia. Usava-se
também cravar a estaca no abdômen. Esse tipo de execução, altamente
cruel, foi vastamente utilizado por diversas civilizações no mundo
inteiro, sobretudo da Arábia e Europa.
Os assírios, conhecidos por inventarem diversos métodos de tortura dos mais cruéis,empalavam prisioneiros de guerra, bem
como civis que cometiam certos crimes. Diz a lenda que o monarca assírio
Assurbanípal apreciava assistir a sessões de empalamento, enquanto
fazia suas refeições. O método foi muito utilizado pelo conde romeno
Vlad da Valáquia, que ganhou fama por empalar seus inimigos, e ficou
conhecido pelo titulo o Empalador (Vlad III, o Empalador) ou, em romeno,
Vlad Ţepeş. Vlad, que também parecia apreciar as empalações em seus
horários de refeições, inspirou Bram Stocker para seu notório livro
Drácula.
Esse método foi utilizado também pelo
regime nazista, como forma de infligir extremo sofrimento a algumas de
suas vítimas. Os acusados de serem homossexuais eram os que costumavam
ser executados dessa forma. O empalamento também foi utilizado no Brasil
pelo cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, vulgo "Lampião".
2- Suspensão e esquartejamento:
Era a forma comum de punição na Inglaterra para o crime de traição que
foi considerado o pior crime que poderia cometer. A punição era aplicada
somente para os homens - mulheres, consideradas culpadas de traição
eram queimadas na fogueira. Inacreditavelmente, o castigo permaneceu
como lei até 1814. Na primeira fase da execução o condenado deveria ser
amarrado a uma armação de madeira e puxado por um cavalo até o local de
sua morte.
Em seguida, o criminoso seria pendurado, até que estivesse quase morto. O
criminoso seria então retirado da forca e colocado sobre uma mesa. O
carrasco, então desmembrava a vítima, e queimava as suas vísceras na
frente de seus olhos. O condenado geralmente ainda estava vivo nesse
momento. A pessoa, então, seria decapitada. A prática normal era enviar
as cinco partes do corpo em várias áreas onde eles seriam colocados em
exposição em uma forca como um aviso para os outros.
3- Serração:
Era o nome dado a um dos piores tipos de morte, onde a pessoa era
colocada de cabeça para baixo e era serrada ao meio, começando no ânus.
Era colocada nessa posição pois além de perder pouco sangue, o cérebro
ficava bastante oxigenado, o que permitia que a vítima tivesse uma morte
demorada, e com muito sofrimento. As vítimas geralmente só desmaiavam e
morriam quando o serrote chegava no umbigo.
4- Evisceração:
É a remoção de alguns ou todos os órgãos humanos, geralmente pelo
abdômen. Este método era usado como punição para crimes muito graves. O
último órgão a ser removido era justamente o coração para que a vítima
vivesse pelo maior tempo possível. Esta prática também era utilizada por
suicidas japoneses.
5 - Morte por mil cortes:
A morte por mil cortes é um método de execução em que o réu julgado
culpado sofre mutilação por grande quantidade de cortes em áreas
específicas do seu corpo com uma faca especial. Um processo doloroso e
lento.
6- A roda:
A roda era um meio de execução medieval onde a vítima era firmemente
amarrada pelas mãos e pés. O carrasco em seguida utilizava um enorme
martelo para lenta e metodicamente esmagar os ossos dos braços e pernas
do condenado. O verdugo tinha o especial cuidado de não desferir golpes
mortais. A perícia do executor era avaliada da seguinte forma: se os
golpes quebrassem os ossos e não rasgassem a pele ele seria aplaudido
pela multidão. O objetivo era que não existissem fraturas expostas nem
sangue. Quando os ossos da vítima estivessem todos quebrados, os seus
membros seriam literalmente enrolados nas extremidades da roda. A roda
seria então erguida horizontalmente e colocada numa estaca onde a vítima
agonizante, esperaria uma morte lenta.
7- Escafismo:
Também conhecido como suplício dos botes, foi um método de execução
praticado na Pérsia antiga. A pessoa era deitada, nua, em um bote e
coberta por outra embarcação ajustável a esta, ficando de fora sua
cabeça, mãos e pés. Era então forçada a ingerir leite e mel a ponto de
desenvolver diarréia, enquanto mais mel era jogado em seu corpo para
atrair insetos aos membros expostos. O condenado era então deixado
flutuando em águas paradas ou exposto ao sol.
Os vermes que surgiam em seus excrementos, junto às formigas e moscas
atraídas pelo mel, iam-lhe então devorando aos poucos a carne exposta e
progressivamente gangrenosa. A ingestão de mel e leite era repetida
diariamente para prolongar a tortura e evitar a morte por desidratação
ou fome. A morte, quando eventualmente ocorresse, era consequência
provável de uma combinação de desidratação, fome e choque séptico. A
morte por escafismo era dolorosa, humilhante e demorada. Plutarco
descreve em sua biografia de Artaxerxes que Mitríades, sentenciado à
morte por escafismo pelo assassinato de Ciro, o Jovem, sobreviveu 17
dias antes de finalmente sucumbir ao suplício.
8- Remoção da pele:
Como o próprio nome diz, o condenado tinha a sua pele parcial ou
totalmente removida. Era um dos métodos mais dolorosos já praticados e a
morte poderia demorar bastante, conforme a extensão de pele retirada do
condenado. A morte por remoção da pela era uma prática muito antiga
muito usada por Assírios e pela dianstia Ming.