quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Tulpas


 

De acordo com crenças do Tibet, Tulpa é uma “criatura materializada pelo pensamento humano que deve servir ao seu criador”.
Mas essa não é uma atividade muito fácil, já que de acordo com monges tibetanos “existe uma fórmula certa para isso”.
O livro “Magic and Mystery in Tibet”, de Alexandra David-Neel, fala sobre as experiência da escritora com Tulpas. Segundo Alexandra, a criação de um Tulpa trás consigo algumas consequências, pois depois de formada, esta criatura tem vontade própria, se desenvolve como qualquer indivíduo e pode ficar violenta e até mesmo matar o seu criador.
Segundo a crença tibetana, em grande parte dos casos, o Tulpa tende a desaparecer com a morte de seu criador, mas há relatos de algumas criaturas criadas com tanta vontade que acabam sobrevivendo.

Muitos acreditam que o conhecido “Bicho Papão”, terror das criancinhas, seja na verdade um Tulpa, ou seja, uma criação inconsciente da criança quando está sozinha e assustada no escuro.
A existência de Tulpa também poderia explicar alguns relatos sobrenaturais, como fantasmas vistos em lugares abandonados, nos quais ouve alguma tragédia, monstros e o aparecimento de diversas criaturas sobrenaturais.
Em livros do escritor H. P. Lovecraft, criaturas como os Tulpas são descritas como ”Shoggoths”, pois que segundo o autor, antes do surgimento dos seres humanos o mundo era habitado por alienígenas. Essas criaturas podiam adquirir qualquer forma para executar cada função específica. Assim como os Tulpas, os Shoggoths tiveram “rompantes de consciência” e se rebelaram contra seus criadores, resultando em uma guerra que acabou com parte da população.

A existência de Tulpas já foi abordada também em algumas séries de sucesso, como: “Arquivo X”, “Supernatural”

Fonte: 
http://minilua.com/misterio-dos-tulpas/

Lenda De Croatoan


 Há muitos e muitos anos atrás, quando a América ainda era considerada o Novo Mundo, um lugar inexplorado onde as oportunidades e as aventuras eram muitas. Tentando dominar o local as primeiras colônias inglesas começaram a se estabelecer no lugar, aonde depois viria a ser o E.U.A.
Certamente a vida não era nada fácil, pois tudo era novo e até uma pequena viagem poderia ser mortal caso algo fora do planejado acontecesse. Uma das primeiras empreitadas feitas foi um temendo fracasso, pois a preparação foi errada e enviaram apenas homens, que no fim sentiam saudades de suas famílias, por isso todos foram levados de volta a Inglaterra.

   Somente em 1587 uma colônia foi montada de maneira correta, criando uma pequena cidade que cresceu vigorosamente. Pouco depois da chegada, nasceu a primeira americana e alguns dias após isso o encarregado de comandar o vilarejo resolveu voltar a sua terra natal e contar como tudo estava acontecendo, assim John White partiu de volta para Inglaterra.
  Quando chegou ao outro lado de Oceano Atlântico, John teve uma surpresa, pois sua pátria estava sendo atacada pela poderosa armada de Felipe II, o que tornou o seu retorno ao Novo Mundo impossível. Somente três anos depois ele conseguir por um barco no mar e voltar para o vilarejo.
  Felizmente o mar estava calmo por aquela época e a viagem foi tranquila, mas no momento em que colocou os pés em terra firme, John White tremeu, porque algo terrível e misterioso havia acontecido.
  O vilarejo estava exatamente do mesmo jeito que ele deixou, porém lá não havia viva alma, tudo estava tomado pelo mato e as casas caindo aos pedaços, contudo não havia sangue no chão, nem sinais de luta, havia apenas uma população inteira sumida e nem se quer uma pista que pudesse levar a descoberta desse acontecimento.
  Até os dias de hoje o sumiço dos moradores do primeiro vilarejo inglês na América é um mistério e apenas uma coisa ficou marcada: bem no meio da cidade havia algo escrito no chão, uma palavra: CROATOAN.


 





Para explicar o inexplicável, alguns dizem que croatan é parte do apocalipse da Bíblia, que fez as pessoas sumirem, pois ele já se inicou e isso seria o arrebatamento. Outros dizem que na verdade isso é um demônio indígena, que não queria ter estrangeiros em suas terras.

 

Fonte:  http://minilua.com/misteriosa-lenda-croatoan/

8 Métodos De Execução Cruéis



1- Empalamento :





                                      
  Ou empalação era um método de tortura e execução utilizada antigamente que consistia na inserção de uma estaca no ânus, vagina, ou umbigo até a morte do torturado. Algumas vezes deixava-se um carvão em brasa na ponta da estaca para que, quando esta atingisse a boca do supliciado, este não morresse até algumas horas depois, de hemorragia. Usava-se também cravar a estaca no abdômen. Esse tipo de execução, altamente cruel, foi vastamente utilizado por diversas civilizações no mundo inteiro, sobretudo da Arábia e Europa.  

  Os assírios, conhecidos por inventarem diversos métodos de tortura dos mais cruéis,empalavam prisioneiros de guerra, bem como civis que cometiam certos crimes. Diz a lenda que o monarca assírio Assurbanípal apreciava assistir a sessões de empalamento, enquanto fazia suas refeições. O método foi muito utilizado pelo conde romeno Vlad da Valáquia, que ganhou fama por empalar seus inimigos, e ficou conhecido pelo titulo o Empalador (Vlad III, o Empalador) ou, em romeno, Vlad Ţepeş. Vlad, que também parecia apreciar as empalações em seus horários de refeições, inspirou Bram Stocker para seu notório livro Drácula. 
   Esse método foi utilizado também pelo regime nazista, como forma de infligir extremo sofrimento a algumas de suas vítimas. Os acusados de serem homossexuais eram os que costumavam ser executados dessa forma. O empalamento também foi utilizado no Brasil pelo cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, vulgo "Lampião". 


 2- Suspensão e esquartejamento:

  Era a forma comum de punição na Inglaterra para o crime de traição que foi considerado o pior crime que poderia cometer. A punição era aplicada somente para os homens - mulheres, consideradas culpadas de traição eram queimadas na fogueira. Inacreditavelmente, o castigo permaneceu como lei até 1814. Na primeira fase da execução o condenado deveria ser amarrado a uma armação de madeira e puxado por um cavalo até o local de sua morte.
  Em seguida, o criminoso seria pendurado, até que estivesse quase morto. O criminoso seria então retirado da forca e colocado sobre uma mesa. O carrasco, então desmembrava a vítima, e queimava as suas vísceras na frente de seus olhos. O condenado geralmente ainda estava vivo nesse momento. A pessoa, então, seria decapitada. A prática normal era enviar as cinco partes do corpo em várias áreas onde eles seriam colocados em exposição em uma forca como um aviso para os outros.


 
3- Serração:


  Era o nome dado a um dos piores tipos de morte, onde a pessoa era colocada de cabeça para baixo e era serrada ao meio, começando no ânus. Era colocada nessa posição pois além de perder pouco sangue, o cérebro ficava bastante oxigenado, o que permitia que a vítima tivesse uma morte demorada, e com muito sofrimento. As vítimas geralmente só desmaiavam e morriam quando o serrote chegava no umbigo. 


 4- Evisceração:


                     
  É a remoção de alguns ou todos os órgãos humanos, geralmente pelo abdômen. Este método era usado como punição para crimes muito graves. O último órgão a ser removido era justamente o coração para que a vítima vivesse pelo maior tempo possível. Esta prática também era utilizada por suicidas japoneses.








 5 - Morte por mil cortes:

   A morte por mil cortes é um método de execução em que o réu julgado culpado sofre mutilação por grande quantidade de cortes em áreas específicas do seu corpo com uma faca especial. Um processo doloroso e lento. 


 6- A roda:

  A roda era um meio de execução medieval onde a vítima era firmemente amarrada pelas mãos e pés. O carrasco em seguida utilizava um enorme martelo para lenta e metodicamente esmagar os ossos dos braços e pernas do condenado. O verdugo tinha o especial cuidado de não desferir golpes mortais. A perícia do executor era avaliada da seguinte forma: se os golpes quebrassem os ossos e não rasgassem a pele ele seria aplaudido pela multidão. O objetivo era que não existissem fraturas expostas nem sangue. Quando os ossos da vítima estivessem todos quebrados, os seus membros seriam literalmente enrolados nas extremidades da roda. A roda seria então erguida horizontalmente e colocada numa estaca onde a vítima agonizante, esperaria uma morte lenta.



7- Escafismo:

                                                               
Também conhecido como suplício dos botes, foi um método de execução praticado na Pérsia antiga. A pessoa era deitada, nua, em um bote e coberta por outra embarcação ajustável a esta, ficando de fora sua cabeça, mãos e pés. Era então forçada a ingerir leite e mel a ponto de desenvolver diarréia, enquanto mais mel era jogado em seu corpo para atrair insetos aos membros expostos. O condenado era então deixado flutuando em águas paradas ou exposto ao sol.
Os vermes que surgiam em seus excrementos, junto às formigas e moscas atraídas pelo mel, iam-lhe então devorando aos poucos a carne exposta e progressivamente gangrenosa. A ingestão de mel e leite era repetida diariamente para prolongar a tortura e evitar a morte por desidratação ou fome. A morte, quando eventualmente ocorresse, era consequência provável de uma combinação de desidratação, fome e choque séptico. A morte por escafismo era dolorosa, humilhante e demorada. Plutarco descreve em sua biografia de Artaxerxes que Mitríades, sentenciado à morte por escafismo pelo assassinato de Ciro, o Jovem, sobreviveu 17 dias antes de finalmente sucumbir ao suplício.


 8- Remoção da pele:

  Como o próprio nome diz, o condenado tinha a sua pele parcial ou totalmente removida. Era um dos métodos mais dolorosos já praticados e a morte poderia demorar bastante, conforme a extensão de pele retirada do condenado. A morte por remoção da pela era uma prática muito antiga muito usada por Assírios e pela dianstia Ming.